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Um memorando secreto pró-aborto revela os planos para promover o aborto entre adolescentes

< voltar Data: 23/12/2003
Autor: Paul Nowak. tradução livre: Sandra Katzman
Fonte: LifeNews.com Staff Writer

Washington, DC (LifeNews.com) -- Os defensores do aborto sempre disputam o direito da mãe sobre o direito do filho - até o momento do nascimento. Eles lutaram várias vezes pelo "direito" das menores ao acesso ao aborto sem o consentimento ou notificação dos pais.
Através de memorandos internos sobre sua estratégia do Centro para o Direito Reprodutivo (CRR), veio à tona este plano surpreendente mostrando até onde os grupos pró-aborto estão dispostos a ir, nos Estados Unidos e no exterior.

Os memorandos são referentes ao "projeto para assegurar o direito fundamental das menores ao acesso a todos os serviços reprodutivos de saúde confidencialmente" como tem sido "sempre uma de nossas áreas prioritárias".

A CRR admite que parte do seu plano para o direito internacional ao aborto é "desfazer a noção de que os direitos dos pais são uma justificativa adequada para se impor uma carga adicional às menores que procuram o aborto ou outra assistência a saúde reprodutiva".

Além de "deter os esforços que requerem o envolvimento dos pais das menores que procuram pela anticoncepção e aborto", a estratégia pró-aborto deve enfatizar os direitos das menores sobre os direitos dos pais, "assegurando a capacidade das menores para autorizar todos os serviços de saúde reprodutiva", e "estabelecer o direito das menores à uma informação abrangente sobre a saúde sexual e reprodutiva."

Enfim, estão se preparando para dar às menores os mesmos direitos dos adultos, até mesmo o direito de serem sexualmente ativas.

"Provavelmente teremos que enfrentar a questão politicamente difícil sobre se as menores têm o direito de praticar o sexo (e mais generalizadamente, se as menores devem ser tratadas como adultas)", admite a CRR no documento.

A estratégia está a ponto de redefinir o abuso para fins de denuncia, pois eles também têem em vista "reverter as exigências da denúncia de abuso infantil quanto a relações sexuais não-abusivas", o que incluiria o estupro estatutário.

O escritório de advocacia pró-aborto admitiu que o movimento pró-aborto possui uma oposição significativa.

"Em termos do envolvimento dos pais para um aborto, temos uma grande quantidade de casos federais legais contra nós (o que torna a nossa campanha mais difícil)", declara o documento da CRR. Noutra parte do texto, "existe uma oposição crescente entre as menores ao aborto e em ser pró-escolha (ou existe pelo menos uma campanha nacional pró-vida direcionada aos adolescentes que está conseguindo mais atenção do público)."

Os organizadores de um web site com o objetivo de ajudar a educar os adolescentes e ajudá-los a encontrar alternativas para o aborto disseram que eles agradecem o reconhecimento.

"StandUpGirl.com, embora completamente superados financeiramente por organizações como a Planned Parenthood (e sites [que promovem o sexo e o aborto]), tem conseguido atrair quase 3 milhões de jovens no últimos dois anos e meio", disse Paul Harmon da Oregon Right to Life. "Aprendemos como alcançar o nosso público com bastante eficiência. Esta eficiência ajuda de certa forma a atenuar a enorme vantagem financeira da Planned Parenthood").

"Se eles estão preocupados conosco na nossa atual conjuntura, suas organizações devem estar ficando ricas mas vazias", concluiu Harmon.

Entretanto, a campanha pró-aborto está preparada a aumentar os seus esforços para superar a oposição das menores, de seus pais, e dos tribunais.

"Estamos vendo os opositores pressionar pesado para diminuir os direitos das menores, então devemos ver o que podemos fazer para contra-atacar", declara o documento.

De acordo com o memorando interno, contra-atacar significa que os principais grupos médicos serão consultados para poderem desenvolver uma política pública estabelecendo a competência das menores e a necessidade de confidência. Onde forem encontradas brechas nas evidências que apoiem a sua posição, os grupos pró-aborto irão "preencher as brechas com pesquisas adicionais, e desenvolvimento de testemunhas peritas no assunto".

A estratégia deles para o litígio terá três faces: "desafiar as questões da confidência e do consentimento", e "desafiar o envolvimento dos pais nos tribunais federais", e usar "os casos dos tribunais estaduais para estabelecer o direito das menores".

Por fim, ao detalhar uma estratégia pró-aborto internacional, a CRR irá "desenvolver um componente internacional" ao seu plano de enfraquecer o direitos dos pais nos Estados Unidos.

http://www.LifeNews.com/nat249.html

by Paul Nowak
LifeNews.com Staff Writer
December 18, 2003

tradução livre: Sandra Katzman
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